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Evanescence coletânea ou álbum novo

Evanescence
Data: 06/01/2018

Desde que estourou na mídia durante a turnê do disco “Fallen” entre 2003 e 2004, o Evanescence tem juntado milhares de fãs ao longo dos anos em todos os locais do mundo, tendo a banda desde então representado a adolescência de muitas pessoas que hoje em dia se encontra em seus vinte anos de idade.

Mas, apesar de toda a qualidade, fama, talento e aclamação da banda nesse período, se há um defeito forte neles é a demora que o grupo passa para lançar um álbum novo, coisa que qualquer fã do Evanescenceadmite. A prova disso temos nos tempos de intervalos entre um disco e outro. Três anos entre o “Fallen” e o “The Open Door”, quatro entre o “The Open Door” e o homônimo, e seis entre o último disco e o recém-lançado “Synthesis”, somando assim, quatro discos em mais de 20 anos de banda.

Após se passarem seis anos desde o lançamento do disco homônimo da banda em 2011, e uma troca de guitarristas (saiu Terry Basalmo para a entrada de Jen Majura), a vocalista Amy Lee finalmente anunciou em suas redes sociais que o Evanescence finalmente lançaria um material novo. Mas, ela logo avisou que esse novo disco seria algo completamente fora do padrão em que os fãs estão acostumados.

Amy Lee anunciou que o “Synthesis” seria uma releitura de músicas antigas da banda se utilizando de uma sonoridade orquestrada e eletrônica, tirando o peso das guitarras e da bateria, e apresentando apenas duas músicas inéditas (“Imperfection” e “Hi-Lo”). Ao ver esse anúncio já fiquei com um pé atrás em relação a esse novo disco, mas claro, esperei para ver o resultado.

Lançado o disco, fui lá conferir o resultado, tendo minhas baixas expectativas sido atendidas.

Não vou dizer que fiquei negativamente surpreso porque, como já dito, havia sido avisado que o disco teria uma sonoridade completamente diferente, mas ainda assim não deixei de ter a péssima sensação de ter esperado seis anos por “isso”. As releituras definitivamente não me agradaram, e a única coisa boa que consegui tirar desse álbum foi a inédita “Imperfection”.

Ouvir músicas como “Bring Me To Life”, “Never Go Back”, “Imaginary” e “My Heart Is Broken” sem a sonoridade pesada das guitarras foi uma coisa estranha para mim, já algumas outras como “My Immortal”, “Your Star”, “Lithium” e “Lost In Paradise” não soaram tão “fora do normal” porque são faixas que originalmente já apresentam linhas de piano fortes em sua grande parte.

Mas a maior decepção para mim não foi a sonoridade do disco em si, e sim ter esperado cinco anos por um álbum novo, e a banda entregar uma coletânea de “Greatest Hits” com duas inéditas disfarçada de CD novo.

O que nos resta é esperar por mais um longo período até que a banda decida gravar um novo disco, e dessa vez um novo disco MESMO.

TRACKLIST:

1. Overture
2. Never Go Back
3. Hi-Lo
4. My Heart Is Broken
5. Lacrymosa
6. The End Of The Dream
7. Bring Me To Life
8. Unraveling (Interlude)
9. Imaginary
10. Secret Door
11. Lithium
12. Lost in Paradise
13. Your Star
14. My Immortal
15. The In-Between (Piano Solo)
16. Imperfection


Fonte:
Whiplash







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